Distrações, convenções e convicções.
Num mundo de escolhas e de confissões quem vale mais? O que vale mais? E o que fazer com a vida?
Vivemos planejando o que se fazer com uma vida, onde estudar, com quem falar, com o que trabalhar com quem perder 5 minutos e por ai vai...
Mais no nosso planejamento com muito julgamento sempre ficamos com algum tipo de tormento por que no fundo nada sai como o planejado.
Como se proteger dessa paranóia efusiva e competitiva que é a vida?Como decidir o que é certo e errado quando nada disso existe e o único julgamento coerente é o que temos sobre nós mesmos, a única sensação destrutiva que temos que lidar é com a nossa própria sensação.
E no fundo todos nós estamos sozinhos e idealizar é se perder por que a única coisa que podemos idealizar somos nós mesmos, incrível como sempre nos esquecemos das nossas próprias idealizações quando nos espelhamos em outro pra conseguir o que achamos que queremos, e como saber se o que queremos é o que realmente precisamos.
Por que no fundo todo mundo só precisa ser feliz e buscamos a felicidade num sentimento que não existe por que como diria a minha irmã o sentimento é psicológico então entramos numa loucura de que controlamos nossos sentimentos e emoções quando na maioria das vezes em devemos escutar nosso sábio cérebro nos perdemos no abismo que é pensar e senti.
E que no fundo toda mulher precisa saber... Que no século 21 não vai conseguir nada sabendo apenas fazer um bolo, e que o mundo está cheio de boas intenções... Assim como o inferno,e que não existe mais o que nossas mães nos ensinaram cuidadosamente para que nós não nos perdêssemos no meio dessa multidão e desse turbilhão e sem nenhuma conclusão me entrego a algum tipo de desilusão,por que tudo seria mais fácil se não existisse essa competição.
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